A identificação no nascimento ainda é um ponto crítico nos sistemas de saúde e de identidade.
Mesmo em ambientes estruturados, o processo depende de métodos tradicionais, como pulseiras hospitalares, registros manuais e conferência visual, que apresentam limitações em segurança, rastreabilidade e confiabilidade.
Essas limitações aumentam o risco de inconsistências nos registros, dificultam a gestão de políticas públicas e comprometem a identificação segura ao longo da vida.
Em escala global, o desafio é ainda mais relevante. Milhões de crianças não possuem identidade legal, o que restringe o acesso a direitos e serviços públicos.
Segundo a UNICEF, cerca de 25% das crianças menores de cinco anos não possuem registro de nascimento, índice que ultrapassa 50% em algumas regiões da África.